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Rede Social voltada para o público de Segurança do Trabalho, Medicina Ocupacional, Prevenção de Incêndios, Meio Ambiente e áreas afins. Confira!

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Higiene e Segurança do Trabalho: O que é?

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Segundo Associação Americana de Higiene Industrial – AIHA em inglês, “Higiene do Trabalho é a ciência e a arte que trata do reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ocupacionais”.





Assim ela trata as influências relacionadas com o exercício de uma atividade que podem alterar as condições de saúde de um indivíduo.

Outro conceito diz: “É o conjunto de normas e procedimentos que visa à proteção da integridade física e mental do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerentes às tarefas do cargo e do ambiente físico onde são executadas.” (CHIAVENATO, 1995).

A higiene do trabalho tem como objetivo:
  • Eliminar as causas de doenças profissionais;
  • Reduzir os efeitos prejudiciais provocados pelo trabalho em pessoas doentes ou com deficiências físicas;
  • Prevenir o agravamento de doenças e de lesões;
  • Conservar a saúde dos trabalhadores;
  • Aumentar a produtividade por meio do controle do ambiente de trabalho.

A higiene e a segurança são duas atividades intimamente relacionadas com o objetivo de garantir boas condições de trabalho a fim de manter a saúde dos trabalhadores de uma empresa. Segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, o ambiente tem condições de higiene e segurança quando “há um estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença profissional”.

A higiene do trabalho visa combater, de um ponto de vista não médico, as doenças profissionais, identificando os riscos que podem afetar o ambiente de trabalho e os trabalhadores, para eliminar ou reduzir as condições inseguras de trabalho que podem afetar a saúde, segurança e bem estar do trabalhador.

Fundamentos da Higiene e Segurança

Até meados do século 20, a produtividade era mais importante do que as condições de trabalho, mesmo com os riscos de doenças e com as mortes dos trabalhadores.
Isso era resultado de uma mentalidade em que a vida humana era pouco importante e por causa da total ausência de leis que protegessem os trabalhadores. Foi apenas a partir da década 50 e 60 que surgiram as primeiras tentativas sérias de prover um ambiente de trabalho adequado aos trabalhadores.

As condições de segurança, higiene e saúde é a base para qualquer programa de prevenção de riscos profissionais e isso contribui para o aumento da competitividade com a diminuição dos acidentes.
Embora seja muito óbvio, foi necessário muito tempo para que se reconhecesse como as condições de trabalho e a produtividade se encontram ligadas. Numa primeira fase, houve a percepção dos fatores econômicos dos acidentes de trabalho onde só eram considerados os custos diretos com assistência médica e indenizações e mais tarde começou-se a considerar as doenças profissionais.

Finalmente, compreendeu-se que os custos indiretos dos acidentes de trabalho como perdas de horas trabalhadas pela vítima, pelas testemunhas e pelas pessoas encarregadas da apuração, interrupção da produção, danos materiais, atraso na execução do trabalho, entre outros problemas, são até quatro vezes mais elevados do que os custos diretos.

Assim, apesar da diminuição da produtividade, do aumento de peças defeituosas e dos desperdícios de materiais causados pela fadiga em resultado de longas jornadas e por más condições de trabalho por ventilação e iluminação, provam que mesmo com a capacidade do corpo humano em se adaptar, as boas condições de trabalho são melhores no que se refere à produtividade. (Fonte: Universidade Federal de Viçosa).

Hoje em dia

O objetivo não é apoiar nenhum tipo de política, mas mesmo com todas as leis que temos em favor da segurança e saúde no trabalho, as condições de trabalho hoje estão longe de realmente se adaptarem aos trabalhadores, as doenças profissionais e os acidentes de trabalho ainda são muitos, como vimos no texto acima as pessoas (os empresários) tinham uma mentalidade que considerava a vida humana como uma coisa de pouco valor. Surge a pergunta: será que isso mudou?

Segundo a OMS, boas condições de trabalho vão muito além da ausência de doenças profissionais, elas proporcionam bem estar físico, mental e social. Isso é muito diferente do que vemos ao nosso redor, vejamos se o sistema trabalhista cumpriu com esses requisitos:

Bem estar

Mental: é fácil mencionar problemas psicológicos relacionados ao trabalho como depressão, estresse, entre outros. As pessoas precisam de um trabalho significativo, que realmente tenha um objetivo duradouro para elas.


Físico: o bem estar físico vai além da segurança no trabalho, compreendem também nossas necessidades básicas como saúde, moradia, trabalho, lazer, etc. Para isso a constituição garante o salário mínimo e o piso salarial aos trabalhadores.
Será que eles suprem plenamente essas necessidades? Não precisa nem responder, não é verdade. Pelo contrário, na verdade gera outro problema: o social.


Social: essa falta de distribuição de renda adequada cria um problema social muito grande, por exemplo: qual é a diferença entre um gari e um presidente de uma multinacional? É isso mesmo, o salário, mas o tratamento recebido por cada um deles é muito diferente.
O ideal seria colocar as pessoas em primeiro lugar ao invés de profissões, acabaria com as desigualdades, por que todos nós somos iguais “pelo menos na teoria”.

O resultado dessas diferenças é uma sociedade totalmente separada pela desigualdade econômica, de um lado aqueles que não têm nem o que comer direito, do outro as pessoas com carros, casas, aviões, etc. Todos de alto luxo, ou seja, muito mais do que elas realmente precisam.

Fonte da Imagem: Clínica S. Marcos


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2 comentários:

  1. Muito legal Guilherme.
    Como vimos acima tudo é um pouco complexo, mas, nas ações ficam menos complexo do que parece...

    Abraços.

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    Respostas
    1. Obrigado Nestor, basta querer que nós conseguimos.
      Abraços.

      Excluir